
VENTO QUE PASSA
Lembra-se de que eles são carne, vento que passa e já não volta.
Salmos 78:39
Que suave brisa vem do mar.
O meu rosto toca, a acariciar,
Refresca do calor, do mar traz o sabor.
Posso ver o que o vento faz ao meu redor, derrubando coisas:
Brinca de ‘pega’ com as crianças, quando faz a bola rolar,
Leva o papel. Agita as tranças. E se aquieta a seguir.
Então novo sopro há de vir.
Nosso viver se compara ao vento que passa, ao conto ligeiro.
Parece brinquedo.
Foi rápida a vida. O que dizer da lida?
Sofrida?Lutas vencidas? Comprida? Bem – nutrida?
Estancadas as feridas?
Saradas? Curadas? Cicatrizadas? Esquecidas?
Ou teve a vida um gosto de morte,
Caminho sem norte, com medo e sem sorte,
Sem conhecer de Deus a sua graça?
Aquela, que pra viver, só ela nos basta!
Graça que salva, que cura, que é pura
E é sem mistura do mundo ou vaidade.
Não importa a idade, ela alcança o irmão.
E, em doce canção, transforma o coração.
E a vida ligeira, qual vento que passa, Se torna imortal, sem igual.
É real!
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