Escuta essa:

segunda-feira, 20 de setembro de 2010


VENTO QUE PASSA

Lembra-se de que eles são carne, vento que passa e já não volta.

Salmos 78:39


Que suave brisa vem do mar.

O meu rosto toca, a acariciar,

Refresca do calor, do mar traz o sabor.

Posso ver o que o vento faz ao meu redor, derrubando coisas:

Brinca de ‘pega’ com as crianças, quando faz a bola rolar,

Leva o papel. Agita as tranças. E se aquieta a seguir.

Então novo sopro há de vir.

Nosso viver se compara ao vento que passa, ao conto ligeiro.

Parece brinquedo.

Foi rápida a vida. O que dizer da lida?

Sofrida?Lutas vencidas? Comprida? Bem – nutrida?

Estancadas as feridas?

Saradas? Curadas? Cicatrizadas? Esquecidas?

Ou teve a vida um gosto de morte,

Caminho sem norte, com medo e sem sorte,

Sem conhecer de Deus a sua graça?

Aquela, que pra viver, só ela nos basta!

Graça que salva, que cura, que é pura

E é sem mistura do mundo ou vaidade.

Não importa a idade, ela alcança o irmão.

E, em doce canção, transforma o coração.

E a vida ligeira, qual vento que passa, Se torna imortal, sem igual.

É real!

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