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domingo, 19 de setembro de 2010

Como é Morrer?

Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito.
Vou preparar-vos lugar.
João 14:1-14







Um Menino de Seis anos, que era a alegria da Família, adoecera mortalmente. Os médicos não deram aos pais nenhuma esperança,apenas uma previsão de quanto tempo ainda poderia viver a criança. Orações carregadas de fé e de plena confiança na vontade soberana do Senhor subiam ao trono da graça.
Então o pequenino perguntou à mãe:
-Mamãe, como é morrer? Dói?
Era uma situaçao difícil para quem trazia o coração apertado.Ela precisava reter lágrimas aprisionadas que estavam prontas para rolar de seus olhos.Num relance de oração , pedindo a Deus sabedoria para responder ao filho, abraçou o pequeno e, carinhosamente lhe disse:
-Filhinho, lembra-se de quando, às vezes, na igreja, você dormia no meu colo? E , ao acordar, onde você estava?
-Em minnha cama, no meu quarto, respondeu o pequeno.
-Isso mesmo; você dormia na igreja e acordava em casa. O papai o carregava em seus braços fortes e o colocava na cama.E você nem via, pois estava dormindo.
Morrer para o crente também é assim. A gente fecha os olhos aqui na terra, e o papai do céu nos leva em seus braços fortes para a nossa verdadeira casa, nos céus.

Sabemos que a coisa mais certa da vida é a morte e a mais incerta, o dia da morte.
Muitas pessoas nao gostam de falar desse assunto,mas é de suma importância estarmos preparados para a eternidade.
A morte não significa aniquilamento, mas separação. É dar um ' até breve' para os irmãos que ficam, e ouvir o soar das palavras do mestre:
- Vinde, benditos de meu Pai. Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Mt 25:34


"Pai de amor, como é maravilhoso te conhecer e poder entregar-te nossa vida e nosso futuro. Eu me entrego em tuas mãos.Em teus fortes braços descanso a minha alma. Obrigado por me amares e me aceitares.
Amém."


Texto retirado do livro: Dia-a-dia Meditações para uma vida com Deus - De Ângela Valadão Cintra.

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